O ano de 2022 mal chegou e, para começar, não há nada melhor do que descobrir as principais tendências para os novos tempos, seja na vida pessoal ou profissional, certo? 


Se você é um síndico, provavelmente entende a importância de se manter atento às novas dicas de gestão, para que a administração do lugar se modernize e mantenha a eficácia desejada por todos os moradores.

Por isso, listamos as principais tendências para condomínios especialmente para você, síndico, iniciar o ano de 2022 com o pé direito. Boa leitura!


Aplicativos para condomínios


Nem sempre os grupos de WhatsApp ou listas de e-mails são as opções mais adequadas para o compartilhamento de informações nos condomínios. Por isso, os aplicativos se apresentam como uma ferramenta poderosa para a administração do síndico.

Selecionar para quais moradores o aviso deverá ser enviado, compartilhar os investimentos do condomínio de maneira transparente com todos os condôminos e até mesmo reservas de áreas comuns do prédio estão entre as vantagens do app para condomínios.

Durante a pandemia, um condomínio de Araraquara (São Paulo) aderiu à tecnologia para facilitar a comunicação e alertar os moradores sobre a necessidade de seguir os protocolos contra a Covid-19.

O aplicativo serve para avisar os moradores quando um vizinho está em isolamento por conta da doença. Incrível, não?


Aumento de compras online


Outro reflexo da pandemia foi o aumento das compras online realizadas por moradores de condomínios.

De acordo com uma pesquisa apresentada por um aplicativo de gestão condominial (TownSq) que homologa dados pertinentes ao tema, os condomínios tiveram um aumento de 382% no número de entregas.

O “novo normal” chegou para mudar os nossos hábitos e a tecnologia ganha destaque frente às mudanças, uma vez que o brasileiro consome a internet de maneira significativa.

Sendo assim, cabe aos condomínios compreenderem o cenário, além de investir na modernização de logística para que os recebimentos de compras virtuais aconteçam sem maiores problemas.


Coworking no condomínio


Ainda em relação ao tema  do uso da tecnologia no cenário pós pandêmico,  precisamos refletir acerca da potencialização do trabalho remoto, mais conhecido como home office.

Muitos moradores aderiram ao sistema domiciliar de trabalho e, por isso, passam muito mais tempo dentro do condomínio.

A criação de um ambiente de trabalho compartilhado em áreas comuns do prédio deve ganhar cada vez mais espaço entre as principais tendências para condomínios em 2022.

Assim, o coworking condominial cessa a necessidade do morador desenvolver um espaço profissional dentro do seu apartamento, e mais: delimita de maneira prática a divisão tão discutida entre ambiente domiciliar versus ambiente de trabalho (uma das principais dores do home office). 


Utilização de energia renovável


Observamos nos últimos anos que mais tempo em casa significa aumento significativo da energia elétrica nos ambientes privados, assim como nas áreas comuns do prédio.

Segundo um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) mostra que os gastos com home office podem representar aumento de 25% na conta de luz.

Uma vez que o principal papel do síndico consiste na manutenção do bem estar entre os seus moradores, cabe ao mesmo a investigação de novas práticas a fim de reduzir o consumo de energia do condomínio.

Para isso, a utilização de fontes de energia renovável traz inúmeras vantagens, como a economia na conta de luz, além de garantir uma boa autonomia energética e impacto zero para o ambiente.


Lavanderia coletiva


Por fim, finalizamos o nosso artigo sobre as tendências para condomínios em 2022 com uma solução condominial que vem se popularizando principalmente para os apartamentos de menor metragem.

A lavanderia coletiva (ou compartilhada) consiste num espaço comunitário, totalmente equipado com máquinas de lavar, para que os condôminos possam lavar e secar as suas roupas.

Normalmente, cada morador utiliza o seu próprio produto de limpeza, mas o condomínio também pode disponibilizar e incluir na taxa condominial.

Esta medida é baseada na busca da economia de água, espaço, e até mesmo do investimento financeiro dos condôminos, prometendo reduzir até 30% do consumo de água entre as unidades residenciais. 


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